História do Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia - DETG

Antecedentes

O Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia (DETG) da UFMG foi criado para abrigar as disciplinas de transporte e geotecnia, sucedendo o antigo Departamento de Vias de Comunicação e Transporte (DVCT), que fornecia essas aulas e outras de desenho para diversos cursos, desde 1990. O DETG atua na formação de engenheiros e pesquisadores em áreas como geotecnia e transportes, com atuação nos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Engenharia.

Principais marcos históricos

A história do que viria a ser o Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia (DETG) tem suas raízes no antigo DVCT (Departamento de Vias de Comunicação e Transporte).

Até por volta de 1990, o DVCT era o responsável por ministrar as disciplinas obrigatórias de transporte e geotecnia para o curso de Engenharia Civil, além das disciplinas de desenho para diversos cursos de engenharia. Na época, ele também oferecia as disciplinas optativas da Ênfase em Transportes.

Em 1992, houve uma reforma que marcou uma mudança significativa: o DVCT foi reformulado e alterou seu nome para Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia (ETG / DETG), passando a abrigar formalmente a área de Geotecnia.

Alguns anos depois, em 1998, a “Ênfase em Transportes” no curso de Engenharia Civil foi extinta. Concomitantemente, ocorreu uma reorganização no currículo de Engenharia Civil com o objetivo de aumentar o número de disciplinas obrigatórias e optativas nas áreas de transporte e geotecnia.

O passo seguinte para a expansão acadêmica veio em 2008 com a criação do curso de Mestrado em Geotecnia e Transportes. Embora o mestrado tenha iniciado suas atividades práticas no mesmo ano, ele passou a funcionar plenamente a partir de 2009.

Áreas de atuação

No Ensino de engenharia o Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia da UFMG atua nos Cursos de Graduação (Área de Geotecnia: Engenharia Civil, Engenharia Ambiental e Engenharia de Minas; Área de Transportes: Engenharia Civil, Engenharia Ambiental, Engenharia de Controle e Automação e Arquitetura e Urbanismo); e de Pós-graduação (Mestrado em Geotecnia e Transportes).

Já na pesquisa O Curso de Mestrado em Geotecnia e Transportes da UFMG, iniciado em março de 2009, visa a formação de Mestres para atuação acadêmica e/ou profissional e o desenvolvimento de pesquisa científica e tecnológica, em duas áreas de concentração: Geotecnia e Transportes. O curso de Mestrado terá duração máxima de dois anos, sendo que no primeiro o aluno do Curso de Mestrado em Geotecnia e Transportes deve optar por uma das áreas de concentração e deverá cursar as disciplinas obrigatórias e optativas da área de concentração de sua escolha, totalizando um mínimo de 18 créditos. A dissertação será desenvolvida, concluída e defendida no segundo ano. (link https://posgrad.etg.ufmg.br/)

E na extensão O DETG concentra suas atividades em soluções inovadoras em transportes e geotecnia que geram impacto social e tecnológico. Seu principal destaque é o Projeto Transcolar Rural, que otimiza o transporte escolar para expandir o acesso à educação. Além disso, o DETG atua em áreas cruciais como mobilidade urbana e acessibilidade (focando em inclusão e transporte para idosos), desenvolvimento de pavimentação com materiais alternativos de baixo custo para vias rurais e locais, estudos de logística urbana sustentável e fornecimento de apoio técnico em geotecnia aplicada para infraestrutura, mineração e segurança. Assim, o Departamento cumpre seu papel aproximando o conhecimento universitário das necessidades práticas da sociedade e do poder público.

Chefes do DETG

O processo de eleição para a Chefia do Departamento de Engenharia de Transportes e Geotécnica (DETG) da UFMG ocorre por meio de uma consulta eleitoral realizada junto à sua comunidade, seguindo o Regimento Geral da UFMG e normas internas da Escola de Engenharia. Professores se candidatam em chapas para Chefe e Subchefe, e a votação é conduzida por meio de um sistema eletrônico, sendo que a participação e o peso do voto dos docentes do departamento são preponderantes para definir a chapa vencedora que, posteriormente, será formalmente nomeada pelas instâncias superiores da Universidade.

Chefe Atual: Ronderson Queiroz Hilário

Sub-chefe Atual: Marcelo Franco Porto

No. Nome Início Término
1 Chefe 1 mês/ano mês/ano
2 Chefe 2 mês/ano mês/ano
3 Chefe 3 mês/ano mês/ano
4 Chefe 4 mês/ano mês/ano
5 Chefe 5 mês/ano mês/ano
6 Chefe 6 mês/ano mês/ano
7 Chefe 7 mês/ano mês/ano
8 Chefe 8 mês/ano mês/ano
9 Chefe 9 mês/ano mês/ano
10 Chefe 10 mês/ano mês/ano

Considerações Finais

O Departamento de Engenharia de Transportes e Geotécnica (DETG) da Escola de Engenharia da UFMG assume uma função crucial, atuando em duas áreas que são o alicerce da infraestrutura nacional. A Engenharia de Transportes foca no planejamento, projeto, operação e gestão dos sistemas de mobilidade, abrangendo rodovias, ferrovias e logística urbana. Já a Engenharia Geotécnica oferece o conhecimento essencial sobre o comportamento dos solos e rochas, garantindo a segurança e a durabilidade de toda e qualquer construção civil, seja na cidade ou em grandes projetos de desenvolvimento.

A integração entre as duas áreas é evidente e indispensável, sobretudo na infraestrutura de pavimentação e ferrovias. Nesses projetos, o conhecimento geotécnico em fundações, obras de terra e estabilidade de taludes é o que assegura que o sistema de transporte final possa suportar cargas, resistir a intempéries e funcionar com segurança ao longo do tempo. O DETG, ao unir essas competências, forma engenheiros capazes de criar sistemas de transporte eficientes, sempre ancorados em bases sólidas e seguras.

Por fim, o escopo da Geotécnica no DETG é vasto e de alta responsabilidade social, englobando áreas como o projeto de barragens (para água ou rejeitos), estudos de contenção e escavações profundas, além de dar suporte técnico fundamental à mineração. Ao cobrir desde a fundação de edifícios até a estabilidade de grandes obras de terra, o departamento assegura que a infraestrutura desenvolvida pela UFMG seja rigorosamente segura, eficiente e sustentável.

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